Cultura Geral

Discussion in 'Arquivo: vários' started by jedfjedf1996, Oct 15, 2015.

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  1. aaaaaaaline1

    aaaaaaaline1 Embaixador

    Boa tarde, pessoas lindas. Como até o momento não teve resposta, eu vou acabar com a curiosidade. É o mel.
    As abelhas precisam que esse alimento seja bem resistente. Para elas, o mel é a única fonte de energia entre uma florada e outra, época em que as flores estão novamente cheias de néctar.
    Na hora de transformar o néctar das plantas em mel, as abelhas batem as asas para retirar o máximo de água da mistura. Isso ajuda a conservar o produto.
    Se as abelhas conseguirem extrair bastante umidade do mel, as leveduras e outros microorganismos que estragam o produto não vão conseguir crescer. Outro aspecto importante é que poucas leveduras conseguem sobreviver em ambientes com alta concentração de açúcar. É o caso do mel: nada menos que 90% do produto é composto por açúcares.
    Com tudo isso, a mistura pode continuar boa para consumo por centenas de anos – quem sabe, até mais. Em sua obra O Livro do Mel, a escritora inglesa Eva Crane registra que potes de mel com conteúdos intactos foram encontrados em escavações nas tumbas egípcias de New Kingdom, construídas há cerca de 3 400 anos.
    Mas não é todo mel que dura tanto tempo. Primeiro, o produto precisa ter no máximo 17% de umidade para não fermentar. Quando as abelhas não conseguem fabricar um mel assim, os apicultores costumam dar uma mãozinha, retirando o excesso de água com um aparelho desumidificador. Além disso, o produto deve ficar guardado longe da luz, da umidade e do calor
     
  2. :[LIKA]:

    :[LIKA]: Lenda-viva

    passando para desejar boa tarde! ;)
     
  3. jedfjedf1996

    jedfjedf1996 Lenda-viva

    :eek: Desta é que eu não estava à espera. Realmente acho que não ia chegar à resposta.


    Para isto não ficar muito parado, vou deixar mais uma pergunta.

    Em Portugal continental, podemos distinguir dois tipos diferentes de dialetos. Quais são esses dialetos e quais as principais diferenças entre eles?

    Boa pesquisa e nada de ser preguiçosos se faz favor.
     
  4. :[LIKA]:

    :[LIKA]: Lenda-viva

    Quem irá nos ajudar com essa perguntinha?
     
  5. jedfjedf1996

    jedfjedf1996 Lenda-viva

    Parece que ninguém está com vontade de responder.
     
  6. soraiamachado

    soraiamachado Lenda-viva

    Pessoal, vamos lá responder, assim não há notas :p
     
  7. -louletana-

    -louletana- Lenda-viva

    Olá.
    Pena que somos sempre os mesmos a vir à aula.
    Gente nova neste cantinho, precisa-se com urgência...
    Não sei se a resposta que vou dar é a que o Sr. Professor procura, pois em Portugal há vários dialetos reconhecidos.

    A língua oficial de Portugal é o português, uma das primeiras línguas cultas da Europa medieval a par do provençal, sendo a sua escrita influenciada por esta última.

    Os dialetos continentais são o interamnense [Entre-Douro-e-Minho (Douro e Minho são rios portugueses que desembocam no Atlântico)], o trasmontano (região de Trás-os-Montes), beirão (Beira Alta e Beira Baixa) e meridional (sul de Portugal). Este último subdivide-se em três falares: o alentejano (no Alentejo), o estremenho (Estremadura) e o algarvio (no Algarve, extremo Sul).

    um município onde algumas pessoas nas aldeias falam uma língua derivada de uma língua de um antigo reino, o Reino de Leão, chama-se mirandês (lhéngua mirandesa em mirandês). Esta língua tem menos de 15 000 falantes (a maioria como segunda língua) e é apenas falada em aldeias, sendo a aldeia de Picote (Picuote em mirandês) a única praticamente cem por cento monolingue nesta língua, o que é uma curiosidade para um país cultural e linguisticamente homogeneizado como Portugal. A ortografia do mirandês é influenciada naturalmente pelo português, mas é uma língua diferente, com um desenvolvimento, estrutura e história diferentes.

    Outro dos mais conhecidos é o
    Barranquenho - falado no concelho de Barrancos (em fronteira com a Andaluzia e Estremadura), um dialeto português fortemente influenciado pela língua estremenha
    Há ainda a destacar entre outros o
    Minderico - um socioleto ou
    argot, falado na freguesia de Minde (Ninhou em minderico) e que está praticamente em extinção.

    Olha amigo Jed se não for esta a resposta procurada, dou a mão à palmatória.

    Boa noite!...
     
    Last edited: Dec 7, 2016
  8. :[LIKA]:

    :[LIKA]: Lenda-viva

    passando para desejar boa noite :)
     
  9. jedfjedf1996

    jedfjedf1996 Lenda-viva

    Olá -louletana-.
    Realmente tens razão. São sempre os mesmos a vir à aula.
    Em relação à tua resposta, não é a que eu procuro, embora a informação esteja correta.
    A pergunta refere-se a grandes grupos, digamos assim. Um falado no norte de Portugal e outro no Sul, embora as fronteiras sejam difíceis de definir, pois as isoglossas (linhas imaginária que representa, no mapa, a ocorrência de um determinado fenómeno) não correspondem, visto que depende do critério que esteja a ser utilizado.
    Um dos grupos até aparece na tua resposta, embora não com o nome exatamente correto.
    Podes excluir já o barranquenho, o minderico, o mirandês (um dos atuais sobreviventes do grupo neolatino asturo-leonês), o interamnense, o transmontano e o beirão.
    Cara aluna, embora a resposta esteja errada, não levarás reguada nenhuma. Nenhum dos meus alunos leva reguadas, mesmo que responda mal. Esse método já não se usa.

    Vamos ver quem nos traz a resposta correta.
     
  10. tmss-13

    tmss-13 Guest

    Aguardemos a resposta adequada ao que a srª professora pediu..
     
  11. jedfjedf1996

    jedfjedf1996 Lenda-viva

    -.-Por acaso foi o senhor professor que pediu.-.- Parece que alguém precisa de prestar mais atenção às aulas.-.-

    Aguardemos uma resposta.
     
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  12. :[LIKA]:

    :[LIKA]: Lenda-viva

    Passando para dizer olá ;)
     
  13. jedfjedf1996

    jedfjedf1996 Lenda-viva

    Ainda à espera de uma resposta.
     
  14. *Lu*

    *Lu* Guest

    Olá Jedf, bom diaaaaaaaaaaaaaaa
    Vamos ver se minha pesquisa resumida, é a resposta que procuras:

    "
    O termo dialecto é utilizado para variedades que definem uma zona relativamente abrangente. Neste sentido, há vários dialectos em Portugal (continental e ilhas). Apresenta-se, de seguida, o conjunto dos mais importantes:
    Grupo dos dialectos setentrionais:
    – dialectos transmontanos e alto-minhotos;
    – dialectos baixo-minhotos, durienses e beirões.
    Grupo dos dialectos centro-meridionais:
    – dialectos do Centro-Litoral (estremenho-beirões);
    – dialectos do Centro-Interior (ribatejano-baixo-beirão-alentejano-algarvios).
    Dialectos insulares:
    – Açores: Micaelense, dialecto São Miguel;
    – Madeira: madeirense.
    Dialectos asturo-leoneses em território português:
    – Concelho de Bragança: Rionorês, Guadramilês;
    – Concelho de Miranda do Douro: Mirandês.
    Cada uma destas variedades tem características linguísticas muito particulares, que os definem individualmente."

    Excelente segunda-feira!


    :)
     
  15. -louletana-

    -louletana- Lenda-viva

    Está difícil descobrir a resposta correta. Será desta? Esperemos que a aluna Lu seja mais aplicada que a louletana. Aguardemos a resposta do Sr. Professor
     
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  16. jedfjedf1996

    jedfjedf1996 Lenda-viva

    Olá *Lu*.
    A resposta está certa, apesar de eu querer apenas os dois primeiros, ou seja, os setentrionais e os centro-meridionais.
    Agora falta saber quais as principais diferenças entre eles, no geral. Não é necessário dividir em transmontanos e etc.
     
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  17. soraiamachado

    soraiamachado Lenda-viva

    Boa noite pessoal,

    passo para vos ler!
     
  18. jedfjedf1996

    jedfjedf1996 Lenda-viva

    Ninguém está interessado no assunto.:( Talvez seja melhor colocar outra pergunta.
     
  19. tmss-13

    tmss-13 Guest

    Boa noite então aqui vai uma perguntinha sobre história de Portugal que é o que gosto.

    Qual foi a crise que aconteceu entre os anos 1383/1385 ?
     
  20. -louletana-

    -louletana- Lenda-viva

    Boa noite

    Oba!história de Portugal. Eu gosto e respondo:

    A Crise de 1383–1385 foi um período de guerra civil e anarquia na História de Portugal, também conhecido como Interregno, uma vez que não existia rei no poder. A crise começou com a morte do rei Fernando de Portugal, que não gerou herdeiros masculinos.
    Apesar de as Cortes de Coimbra terem escolhido, em 1385, um novo rei, João I de Portugal, o rei João I de Castela não desistiu de tentar conquistar um novo reino para si e invadiu Portugal. O exército castelhano era muito mais numeroso mas, mesmo assim, foi derrotado na batalha de Aljubarrota graças à tática inventada naquela altura à qual deram o nome de "tática do quadrado" . Os exércitos portugueses foram comandados, mais uma vez, por Nuno Álvares Pereira, nomeado por João I de Portugal Condestável do Reino.

    Resumidamente foi esta a crise, mas a cronologia ajuda a situar os factos:

    • 1383
      • Abril – A princesa Beatriz de Portugal (filha única do rei Fernando) casa com o rei João I de Castela
      • 22 de Outubro – O rei Fernando morre: a rainha viúva Leonor torna-se regente em nome de Beatriz e João de Castela
      • Começa a resistência, liderada por João, Grão-Mestre de Avis: vários castelos são ocupados
    • 1384
      • Janeiro – João I de Castela invade Portugal
      • 6 de Abril – Os portugueses ganham a batalha dos Atoleiros
      • Maio – Começa o cerco de Lisboa; é enviada uma embaixada a Inglaterra
      • Julho – Uma frota portuguesa rompe o cerco de Lisboa, embora com pesadas derrotas
      • 3 de Setembro – João I de Castela, retira-se para o seu reino
      • Inverno – Nuno Álvares Pereira e João de Avis subjugam cidades que estavam a favor de Castela
    • 1385
      • Páscoa – Chegada dos aliados ingleses
      • 6 de Abril - João de Avis é aclamado rei nas Cortes de Coimbra.
      • 29 de Maio – Dá-se a batalha de Trancoso
      • Junho - João I de Castela invade Portugal com toda a força, depois da derrota de uma expedição punitiva na batalha de Trancoso
      • 14 de Agosto – Batalha de Aljubarrota, vitória definitiva de Portugal, fim.
     
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